Foto: Renato Andrade/ Cidade Verde

O MDB realizou, no início da tarde desta segunda-feira (23), um ato de filiações na sede do partido com a adesão de quatro parlamentares. O movimento reforça a formação das chapas proporcionais para as eleições estaduais e federais no Piauí.
Foram oficializadas as filiações dos deputados estaduais Gracinha Mão Santa, Dogim Félix e Pastor Gessivaldo, além do deputado federal Castro Neto. O deputado federal Marcos Aurélio Sampaio, que se filiaria hoje, adiou para sexta a chega a legenda.
Durante o evento, o deputado federal Castro Neto destacou o retorno ao partido e associou o movimento ao crescimento da sigla no cenário político. “Eu estou muito feliz, essa volta a casa. Toda a minha vida pública, toda a oportunidade que tive foi no MDB. Então eu fico muito feliz com esse retorno e o fortalecimento do partido do MDB”, afirmou.
O presidente estadual do MDB, senador Marcelo Castro, afirmou que o partido trabalha para ampliar a representação nas próximas eleições e garantiu que a formação das chapas proporcionais não interfere na composição majoritária.
“A gente espera sair fortalecido dessa eleição agora para deputado estadual, deputado federal, governador e senador.Nós acreditamos no fortalecimento e por isso estamos formando a chapa, que temos o número suficiente necessário para eleger dois deputados federais”, declarou.
Sobre a disputa majoritária, Marcelo Casto negou qualquer prejuízo com o racha proporcional entre MDB e PSD.
“De maneira nenhuma. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não tem nada a ver a chapa de estadual com a chapa de federal proporcional com a chapa majoritária. A chapa majoritária está definida, é Rafael Fonteles, Oscar Bandeira, Marcelo Castro e Julio César. E a chapa de estadual e federal, cada partido está formando a sua chapa”, acrescentou.
Bancada estadual
Representando a bancada estadual, a deputada Gracinha Mão Santa também comentou o momento político e a mudança de partido. “O que eu queria dizer é que somos resilientes, aprendemos com o nosso pai e com a nossa mãe a não desistir do povo. Sofremos muita perseguição, muita ameaça do nosso próprio partido, nos traiu com a culpa de forma vil e isso fez com que a gente, ao invés de esmurecer, criamos forças com o povo que a gente sempre trabalhou para ele, porque a história da família Monsanto sempre foi se doar ao povo”, disse.



