Na última quinta-feira (28), os novos membros do Conselho Municipal de Assistência Social de Picos (CMAS) tomaram posse para o biênio 2025/2027. A cerimônia marcou a formação da nova mesa diretora, que será presidida por Jéssica dos Santos Araújo, representante da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (SEMTAS). Janayne Wanderley Marques Santos Neiva, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), foi eleita vice-presidente, enquanto a secretaria ficará sob a responsabilidade de Valdim de Moura Sobrinho Júnior, também da SEMTAS.

O Conselho é composto por representantes do poder público e de instituições da sociedade civil, com a missão de promover a participação da comunidade na gestão das políticas de assistência social no município.
Expectativa de um conselho atuante e colaborativo
Em seu discurso de posse, Jéssica Araújo destacou a importância do CMAS para a gestão e fiscalização dos serviços de assistência social em Picos. “O Conselho Municipal de Assistência Social é essencial para garantir a participação da sociedade civil na formulação de políticas públicas. Esperamos que o conselho seja atuante e colaborativo, somando forças para fortalecer essa ferramenta crucial para o crescimento democrático do nosso município”, afirmou.
Apoio à participação e fortalecimento das políticas públicas
A posse foi conduzida pelo Procurador Municipal, Dr. Tiago Iglesias, e contou com a presença do Secretário Municipal do Trabalho e Assistência Social, Luzifrank Júnior, que reforçou a importância dos Conselhos Municipais no processo de implementação de políticas públicas.

“Os Conselhos Municipais são fundamentais para garantir que as políticas sociais realmente cheguem a quem precisa. A participação ativa da sociedade nas decisões e o acompanhamento de perto das ações da assistência social permitem que possamos construir um trabalho mais eficiente e justo”, ressaltou o secretário.
Luzifrank também destacou a relevância do apoio da SEMTAS na estruturação dos Conselhos Municipais. “Nosso papel é incentivar a participação e oferecer o suporte necessário para que os Conselhos funcionem com autonomia e estrutura adequadas. Isso inclui capacitações, acesso a informações e um ambiente em que as contribuições dos conselheiros sejam ouvidas. Apenas assim conseguiremos fortalecer as políticas sociais e ampliar o alcance dos serviços”, concluiu.
Por Matheus Alencar




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